Grécia e Roma no Vestibular (II)

ROMA - VÍDEO DE REVISÃO



QUESTÃO 01
EXPLIQUE como as virgens vestais se relacionam com a estrutura de poder dos magistrados romanos e com o conceito de patriarcado.

QUESTÃO 02
(PUC MG 2013) Observe a pintura Os litores levam ao Cônsul Brutus os Corpos de Seus Filhos, de Jacques Louis David, 1748- 1825 (Museu do Louvre, Paris).


(Fonte: RIBEIRO, Renato Janine, A república. São Paulo: Publifolha, 2008. p. 18.)

 Na pintura veem-se, na parte superior esquerda, os corpos dos filhos de Brutus lhe sendo trazidos. Sentado, logo abaixo, o próprio Brutus com uma expressão séria, mas serena, de meditação profunda e em silêncio, opondo-se à expressão de sua mulher, em profundo desespero, abraçada às suas filhas. A pintura é uma representação do episódio de proclamação da república, na Roma Antiga.

 Após expulso o último rei, Brutus, um dos dois cônsules eleitos anualmente, condena seus próprios filhos à morte por terem conspirado para restaurar a dinastia dos Tarquínios, de fora de Roma.  

Em relação ao conceito de república, o quadro de Louis David nos diz adequadamente:  

a) O bem público se sobrepõe ao privado, levando ao sacrifício de vantagens e afetos pessoais em prol do bem comum.
 b) Brutus foi um político desumano, que usou sua força em seus próprios filhos para servir de exemplo aos traidores.
c) Quem tomava as decisões na república era o homem, cabendo à mulher a obediência de quem nunca podia se manifestar.
d) A implantação da república não significou exatamente uma grande mudança social, pois o poder continuou nas mãos de um só.



QUESTÃO 03
 (UELPR)    
Os animais da Itália possuem cada um sua toca, seu abrigo, seu refúgio. No entanto, os homens que combatem e morrem pela Itália estão à mercê do ar e 
da luz e nada mais: sem lar, sem casa, erram com suas mulheres e crianças. Os generais mentem aos soldados quando, na hora do combate, os exortam a defender contra o inimigo suas tumbas e seus lugares de culto, pois nenhum destes romanos possui nem altar de família, nem sepultura de ancestral. É para o luxo e enriquecimento de outrem que combatem e morrem tais pretensos senhores do mundo, que não possuem sequer um torrão de terra. 

(Plutarco, Tibério Graco, IX, 4. In: PINSKY, J. 100 Textos de História Antiga.  São Paulo: Contexto, 1991. p. 20.) 

Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, pode-se afirmar que a Lei da Reforma Agrária na Roma Antiga
a) proposta pelos irmãos Graco, Tibério e Caio, era uma tentativa de ganhar apoio popular para uma nova eleição de Tribunos da Plebe, pois pretendiam reeleger-se para aqueles cargos.
b) proposta por Tibério Graco, tinha como verdadeiro objetivo beneficiar os patrícios, ocupantes das terras públicas que haviam sido conquistadas com a expansão do Império.
c) tinha o objetivo de criar uma guerra civil, visto que seria a única forma de colocar os plebeus numa situação de igualdade com os patrícios, grandes latifundiários.
d) era vista pelos generais do exército romano como uma possibilidade de enriquecer, apropriando-se das terras conquistadas e, por isto, tinham um acordo firmado com Tibério.
e) foi proposta pelos irmãos Graco, que viam na distribuição de terras uma forma de superar a crise provocada pelas conquistas do período republicano, satisfazendo as necessidades de uma plebe numerosa e empobrecida.

ASSISTA AO VÍDEO ANTERIOR E, EM SEGUIDA, RESPONDA AS QUESTÕES 04 E 05

QUESTÃO 04
 (Fac. Santa Marcelina SP)    
Outro aspecto importante da participação da cidadania na vida pública da sociedade romana consistia nos jogos de gladiadores. Pode parecer estranho relacionar cidadania e esses jogos sangrentos, mas esses espetáculos foram importantes na afirmação da cidadania. A luta de gladiadores não se destinava à mera diversão do povo, nem a luta era até a morte. Ao final de cada combate, o perdedor deveria retirar o capacete e oferecer o pescoço ao vencedor, que não podia tirar-lhe a vida por iniciativa própria. Também não cabia ao magistrado ou ao imperador decidir o destino do perdedor: apenas os espectadores podiam fazê-lo. 

(Pedro Paulo Funari. A cidadania entre os romanos In: Jaime  Pinsky e Carla Bassanezi Pinsky (orgs.). História da cidadania, 2008. Adaptado.) 

Dentre as características da sociedade romana à época retratada no excerto, é correto afirmar que

a) havia uma extrema centralização política, que impedia a participação popular em quaisquer circunstâncias, fosse nas decisões políticas ou nos jogos e espetáculos.
b) existiam restrições à participação política da maior parte da população, mas o princípio da soberania popular manifestava- se na arena, no momento dos jogos, pois lá todos podiam expressar-se.
c) valorizava-se a noção de cidadania, por meio da contínua ampliação dos mecanismos de participação dos romanos na vida pública e nas decisões de interesse coletivo.
d) era fortemente hierarquizada e militarizada, e os jogos e espetáculos serviam como expressões simbólicas do autoritarismo vigente, que excluía toda forma de manifestação popular.
e) caracterizava-se como uma democracia, pois as decisões, desde as lutas de gladiadores aos rumos da vida política do Império, derivavam da vontade popular.

QUESTÃO 05
 (UEPA)    
Além dos fervores e das delícias do calendário religioso, havia outros prazeres que nada tinham de sagrado e só eram encontrados na cidade; faziam parte das vantagens da vida urbana. Tais prazeres consistiam nos banhos públicos e nos espetáculos (teatros, corridas de carros no Circo, lutas de gladiadores ou de caçadores de feras na arena do anfiteatro, ou em terra grega, no teatro) [...] Homens livres, escravos, mulheres, crianças, todo mundo tinha acesso aos espetáculos e aos banhos, inclusive os estrangeiros, vinha gente de longe para ver os gladiadores numa cidade. Por alguns cêntimos, os pobres passavam horas num ambiente luxuoso que constituía uma homenagem das autoridades. Além das complicadas instalações de banhos frios e quentes, os pobres encontravam passeios e campos de esporte. [...] Nessa vida de praia artificial, o maior prazer era de estar na multidão, gritar, encontrar pessoas, escutar as conversas, saber de casos curiosos que seriam objetos de anedota e exibir-se. 
(ARIÈS, Philippe; DUBY, Georges. História da vida privada: do  Império Romano ao ano mil. São Paulo: Companhia das Letras,  1989.p.193-194, In BRAICK, Patrícia Ramos e MOTA,  Myriam Becho.História:das cavernas ao terceiro milênio.vol.1.São Paulo:Editora Moderna,2010). 

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o Estado romano propiciava:

a) espaços públicos luxuosos destinados aos banhos frios e quentes, que tinham a finalidade de promover o lazer e estimular a comunicação e socialização entre as diversas camadas sociais de Roma.
b) locais insalubres para as camadas populares se divertirem, nos quais encontravam os banhos públicos e espetáculos gratuitos como a luta de gladiadores, dentro da política do pão e circo.
c) espaços privados de lazer para as camadas mais abastadas da sociedade romana, onde eram cultivadas rodas de conversação e espetáculos teatrais.
d) divertimentos populares a todos os segmentos sociais, os quais eram realizados em espaços públicos e privados, sendo nestes últimos instaladas as famosas termas onde ocorriam os banhos quentes e frios.
e) oportunidades para os segmentos sociais mais abastados se comunicarem com sujeitos vindos de outros lugares, especialmente da Grécia, objetivando a interação de costumes e valores

QUESTÃO 06
(UEPA)    
“As Catilinárias” são um célebre discurso de Marco Túlio Cícero, filósofo e cônsul romano do século I a.C., contra Lucius Catilina. O discurso denuncia a trama do jovem patrício e de seus seguidores para obter riquezas com a derrubada do governo republicano. O discurso é representativo da obra ciceroniana que, em geral, apresenta a política como tema central, mesmo em textos cujo propósito seja tratar de questões jurídicas e filosóficas. 
Essa inclinação na obra de Cícero se explica pelo (a): 

a) ligação entre pensamento filosófico e vida política na Roma republicana, cuja ordem democrática ensejava uma prerrogativa utilitária para o exercício filosófico.
b) fato de Cícero ocupar cargos políticos no Império Romano, o que demarca a peculiaridade da sua obra.
c) força do pensamento jurídico na vida pública romana, o que limitava as possibilidades temáticas de especulação filosófica.
d) fragilidade reflexiva da filosofia romana se comparada às obras gregas dos séculos anteriores.
e) espaço ocupado pela oratória nas obras filosóficas romanas, empregada como valioso instrumento para a ação política.

QUESTÃO 07
 (Unicastelo)   
 Na Roma do século II, cerca de quatro meses do ano eram dedicados aos espetáculos e jogos, que costumavam durar do amanhecer ao pôr do sol. 

Nos anfiteatros ou no circo o povo se acomodava seguindo certa hierarquia. A sociedade romana inteira estava representada por pessoas de todas as categorias sociais. Além de integrar o corpo cívico, os espetáculos também eram ocasião para a multidão expressar sua opinião sobre os acontecimentos da cidade e as personagens políticas. Era uma obrigação das autoridades participar, presidindo a apresentação. 

(Maria Luiza Corassin. Sociedade e política na Roma antiga, 2001. Adaptado.) 

De acordo com o texto, é correto afirmar que, na Roma antiga, os espetáculos e jogos

a) mostravam o dinamismo da economia.
b) eram espaço de tomada de decisões políticas.
c) reforçavam o caráter democrático do governo.
d) provocaram o fim da hierarquia social.
e) tinham uma função cívica e política.

QUESTÃO 08
 (UNISA SP)    
A República conquistara para Roma o seu Império: as suas próprias vitórias a tornaram anacrônica. A oligarquia de uma única cidade não podia segurar todo o Mediterrâneo numa organização unitária – tinha sido ultrapassada pela própria escala dos seus êxitos.
(Perry Anderson. Passagens da antiguidade ao feudalismo, 1982.) 

No excerto, o historiador Perry Anderson refere-se à

a) rápida expansão territorial romana que permitiu o fortalecimento do governo dos patrícios.
b) grande expansão territorial romana que extinguiu o comércio lucrativo no interior da cidade.
c) consequência da expansão territorial romana que fortaleceu as instituições republicanas.
d) expansão territorial romana que provocou mudanças estruturais, levando à crise da República.
e) expansão territorial romana que criou condições para a diminuição da desigualdade social.

GRÉCIA - VÍDEO DE REVISÃO 01

GRÉCIA - VÍDEO DE REVISÃO 02


QUESTÃO 09
(UFC CE)      

“(…) Os homens comuns desaparecem com a morte, no terrível esquecimento do Hades tornam-se anônimos, sem-nome. Somente o indivíduo heróico, aceitando enfrentar a morte na flor de sua juventude, vê seu nome perpetuar-se gloriosamente de geração em geração. Sua figura singular fica para sempre inscrita na vida comum…” 
VERNANT, Jean Pierre. L’individu, la mort, l’amour: soimême et l’autre en Grèce ancienne.  Paris: Gallimard, 1989. p. 217 

Assinale a alternativa correta quanto à construção da imagem do guerreiro na Grécia Antiga.
a) As epopéias eram narrativas da vida de indivíduos comuns durante o período homérico.
b) A Ilíada e a Odisséia foram as narrativas que consolidaram o ideal de guerreiro.
c) A Ilíada é a narrativa que desconstruiu a idealização do guerreiro.
d) Para os gregos a imortalidade era conquistada através das ações cotidianas.
e) A morte dos deuses do Olimpo era uma forma de perpetuar a imagem dos guerreiros.

QUESTÃO 10
(UNESP SP)      
"Péricles, governante de Atenas no século V a.C., enaltecendo as glórias da democracia ateniense, declarou: "O poder está nas mãos não da minoria, mas de todo o povo, e todos são iguais perante a lei".  (Tucídides, Guerra do Peloponeso.)  

Na prática da vida política ateniense, a idéia de democracia na época de Péricles, diferentemente da atual, significava que
 a) os habitantes da cidade, ricos e pobres, homens e mulheres, podiam participar da vida política.
b) os escravos possuíam direitos políticos porque a escravidão constituída por dívida era temporária. c) os direitos políticos eram privilégios dos cidadãos e vetados aos metecos, escravos e mulheres.
d) os metecos tinham privilégios políticos por sustentarem o comércio e a economia da cidade.
e) os pobres e os estrangeiros podiam ser eleitos para os cargos do Estado porque recebiam remuneração.

 ASSISTA AO VÍDEO ANTERIOR E, EM SEGUIDA, RESPONDA A QUESTÃO 11.

QUESTÃO 11
(ACAFE SC)      
A civilização grega deixou um legado extraordinário que, até nossos dias, pode ser comprovado.  Os jogos olímpicos fazem parte da herança helênica.   Sobre a Antiga Grécia, apenas uma alternativa não está apropriada.  Qual é?

 a) Os gregos atribuíram tamanha  importância às festas olímpicas, que as mesmas serviram de base para contar o tempo.
b) Os concorrentes deviam jurar diante do altar de Zeus, de não corromper nem matar seus adversários e aceitar a decisão dos juízes.
c) As provas olímpicas realizavam-se a cada  quatro anos  e duravam sete dias sendo que, aos vencedores, a recompensa era a coroa de louros.
d) Os jogos estimulavam o  hábito da educação física  e foram fonte  de inspiração artística para poetas e escultores.
e) Agregaram  todos  os povos  do  Mediterrâneo, os  gregos, os  romanos e os egípcios, pelo fato de terem cultura idêntica.

QUESTÃO 12
(UFG GO)  

Tolerância, fraternidade e igualdade: foi um esses ideais em mente que, em 1892, o barão Pierre de Coubertin apresentou à comunidade esportiva internacional a idéia de ressuscitar os Jogos Olímpicos. Na Grécia antiga, os jogos da cidade sagrada de Olímpia (entre os sécs. VIII e IV a.C.) enfatizam que competir sem vencer equivalia a desonra suprema. As corridas, as lutas, os saltos e os lançamentos de disco e de dardo serviam como a coroação da superioridade do indivíduo, oferecida em homenagem ao deus Zeus. 
VENTUROLI, Thereza. Tudo pelos louros. Veja, São Paulo, n. 33, 18 ago. 2004, p. 96. [adaptado] 

Segundo o texto, a diferença de motivação entre os Jogos Olímpicos da Grécia Antiga e os atuais está:
a) no anseio de vitória constante dos gregos antigos e nos ideais igualitários e fraternais de Coubertin para os jogos modernos.
b) no espírito competitivo dos gregos e no desejo de Coubertin de ressuscitar os jogos olímpicos da Grécia antiga.
c) no caráter sagrado dos jogos olímpicos antigos e na característica competitiva dos jogos olímpicos contemporâneos.
 d) no desejo de participação nas diversas modalidades nos jogos antigos e no espírito de tolerância nas olimpíadas modernas.
e) na homenagem ao deus Zeus nos jogos gregos antigos e na divulgação da fraternidade nos jogos olímpicos atuais.

QUESTÃO 13
 (UNIFOR CE)     
 “... a democracia ateniense, quando confrontada com nossas modernas concepções, surge como uma oligarquia de fato simplesmente menos estrita que as oligarquias de direito.”

(Aymard e Auboyer. In Rubem S. L. de Aquino et alii. História da Sociedade.  São Paulo: Ao Livro Técnico, 1980. v.1. p. 196) 

As condições da democracia ateniense, aludidas no texto, dizem respeito ao fato de que nesse regime existente na Antiguidade Clássica:

a) apenas os proprietários de terras e escravos possuíam direito à participação e ao voto nos debates ocorridos na Assembléia popular.
b) os comerciantes, os artesãos e os pequenos proprietários não exerciam qualquer influência no encaminhamento das questões políticas, totalmente monopolizado pelo operariado urbano.
c) a participação nos assuntos políticos somente era possível aos homens livres maiores de 70 anos, os chamados gerontes.
d) apenas os cidadãos homens, livres e nascidos em Atenas, participavam das decisões políticas da pólis, sendo excluídos os escravos, os estrangeiros e as mulheres.
 e) embora os periecos e os hilotas tivessem alguns direitos civis, o monopólio do poder político se encontrava nas mãos dos esparcíatas.

QUESTÃO 14
(UFES)      
O conjunto das reformas políticas que se encontravam na origem da polis dos lacedemônios estava reunido em um documento proveniente do oráculo de Delfos denominado “Grande Retra”, muito provavelmente um decreto-lei primitivo, anterior ao século VI a.C., sobre o governo espartano.  

De acordo com esse documento:  
“Depois que o povo estabelecer o santuário de Zeus Silânio, distribuir-se em tribos, e tiver estabelecido um conselho (gerúsia) de trinta [anciãos], incluindo os reis, que se reúna de estação a estação para a festa de Ápelas. Que os anciãos apresentem ou rejeitem propostas, mas que o povo tenha a decisão final. No entanto, se o povo se manifestar de forma incorreta, que os anciãos e os reis rejeitem [o que o povo tiver decidido].”  
(FUNARI, P. P. A. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2001, p. 30. Adaptado)  

A respeito da organização política de Esparta no período clássico (séculos V e IV a.C.), NÃO é correto afirmar que:

a) o corpo cívico era constituído por indivíduos de sexo masculino, nascidos de pai e mãe espartanos, os assim denominados homoioi ou “iguais”.
b) a polis era uma oligarquia que, de modo atípico, conservava a instituição da realeza, representada por dois reis escolhidos dentre as famílias mais importantes, os quais eram obrigados a jurar lealdade à constituição espartana.
c) o Estado espartano regulava estritamente o sistema educacional dos cidadãos, razão pela qual as crianças do sexo masculino eram, aos 7 anos de idade, retiradas do convívio familiar para receberem uma formação militar coletiva.
d) o conselho espartano (gerúsia) era formado por trinta membros, cabendo-lhe a tarefa de elaborar os projetos de lei a serem submetidos à assembléia, e atuava como a mais alta instância da justiça criminal.
e) a assembléia espartana (ecclesia), da qual fazia parte o conjunto da população da Lacedemônia (espartanos, periecos e hilotas), era soberana, sobrepondo-se à capacidade decisória da gerúsia.

QUESTÃO 15
(UFRN)     
Na Grécia Antiga, a cidade de Esparta desenvolveu um modo de vida profundamente militarista. Os esparciatas, descendentes dos primitivos invasores dórios, eram os únicos que gozavam de direitos políticos. Ocupavam-se com atividades guerreiras, estando, por isso, impedidos de exercer qualquer trabalho manual para a sua subsistência. 

Para garantir o sustento dessa classe dominante em Esparta, o Estado: 

a) tomava medidas que estimulavam o comércio no mar Mediterrâneo, gerando grandes lucros devido à cobrança de taxas alfandegárias.
b) desenvolvia intenso programa imperialista na bacia do mar Mediterrâneo, dominando toda a Grécia e recebendo, então, tributos das cidades dominadas.
c) distribuía aos esparciatas lotes de terras, que eram cultivados por escravos, obrigados a fornecer àqueles, anualmente, uma quantidade fixa de alimentos.
d) entregava aos esparciatas o controle dos genos, pequenas comunidades rurais que desenvolviam uma economia natural e coletivista.

VÍDEO DE REVISÃO FINAL



GABARITO
1. A estrutura de poder da magistratura romana que se nota no infográfico era completamente fechada às mulheres e coerente com uma cultura patriarcal que faz a sociedade e a política girar em torno do homem (pater familias). O sacrifício que se nota no vídeo das virgens vestais ilustra exatamente uma sociedade que submete a mulher a condições de vida desiguais e degradantes, evidenciando o distanciamento dos universos masculino (marcadamente livre e político) e feminino (destacadamente privado de direitos).
2. A
3. E
4. B
5. A
6. E
7. E
8. C
9. B
10. C
11. E
12. A
13. D
14. E
15. C

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